
Guarde a energia que você gera e não fique no escuro.
Sistemas com inversor híbrido e banco de baterias, para manter o essencial funcionando durante quedas de energia e usar à noite o que foi gerado durante o dia.
O que está incluído
Backup nas quedas
Quando a rede cai, os circuitos essenciais continuam alimentados: iluminação, geladeira, internet, portão e equipamentos críticos.
Use à noite o sol do dia
A energia excedente carrega as baterias em vez de ir toda para a rede, aumentando o quanto você consome da própria geração.
Proteção dos equipamentos
O inversor híbrido estabiliza a saída, reduzindo o efeito de oscilações e faltas curtas sobre aparelhos sensíveis.
Cresce por módulos
O banco é montado em módulos empilháveis. Dá para começar menor e ampliar a capacidade depois, sem trocar o inversor.
O que é uma bateria e como ela funciona
A bateria guarda energia elétrica para usar quando a geração não dá conta ou a rede some. O ciclo é sempre o mesmo, e quem comanda é o inversor híbrido.

Carga da bateria
O que sobra da geração solar durante o dia carrega o banco em vez de ir todo para a rede. Onde não há solar, a carga vem da própria rede nos horários mais baratos.
Armazenamento da energia
A energia fica guardada nos módulos de bateria, prontos para entregar assim que o consumo passar da geração ou a rede falhar.
Descarga quando falta
À noite, no horário de ponta ou na queda de energia, o banco assume os circuitos essenciais sem você precisar fazer nada.
Gestão pelo inversor
O inversor híbrido decide a toda hora de onde tirar energia, quanto guardar e quanto devolver, seguindo as regras definidas na instalação.
Principais tipos de bateria
A tecnologia muda quanto tempo o banco dura, quanto da carga dá para usar de verdade e quanto espaço ele ocupa. Estas são as três que aparecem nos projetos.
| Tecnologia | Vida útil | Uso da carga | Espaço | Manutenção |
|---|---|---|---|---|
| Lítio LFPFosfato de ferro-lítio | Milhares de ciclos | Aceita descarga profunda | Compacta e leve | Não pede manutenção |
| Lítio NMCNíquel-manganês-cobalto | Menos ciclos que a LFP | Aceita descarga profunda | A mais compacta | Não pede manutenção |
| Chumbo-ácidoEstacionária | Vida útil bem menor | Exige descarga rasa | Pesada e volumosa | Exige acompanhamento |
Lítio LFP
A escolha padrão hoje em casa e em comércio. É a química de lítio mais estável em temperatura.
Lítio NMC
Faz sentido quando o espaço disponível é o fator que manda no projeto.
Chumbo-ácido
Tecnologia de entrada, ainda vista em backup simples. Como só se usa parte da carga, o banco precisa ser maior para a mesma autonomia.
A tecnologia certa depende do que precisa ficar ligado, do espaço disponível e de quantas vezes por ano você espera usar o banco. Isso sai no projeto, com a autonomia calculada para o seu caso.

Como dimensionamos a sua bateria
Não existe banco padrão. O tamanho sai de quatro respostas, e é por isso que a primeira conversa é sobre a sua rotina, não sobre equipamento.
- O que não pode pararIluminação, geladeira, internet, portão, bomba d'água, equipamento de trabalho. Essa lista é o ponto de partida, não o consumo total da casa.
- Por quantas horasAguentar uma queda de duas horas é muito diferente de passar a noite inteira. Quanto maior a autonomia pedida, maior o banco.
- De onde vem a cargaCom sistema solar, o excedente do dia recarrega o banco. Sem solar, a recarga vem da rede, e aí o projeto muda.
- Onde o banco vai ficarO local precisa ser ventilado, protegido de sol e chuva e com espaço para manutenção. Isso limita o tamanho do banco na prática.
A autonomia estimada vai na proposta, calculada para os seus circuitos. Nunca um número redondo de catálogo.
Por que escolher a JMS
Banco mal dimensionado é dinheiro parado na parede ou luz que acaba antes de a rede voltar. A JMS parte do que precisa ficar ligado, não de um pacote pronto.

Dimensionado pelas suas cargas
O banco e o inversor saem do levantamento do que não pode parar, com a autonomia estimada na proposta.
Um só responsável
Do levantamento das cargas à configuração das regras de carga e descarga, você fala com quem executa.
Sistema que cresce depois
Inversor escolhido com margem para ampliar o banco por módulos, sem trocar o equipamento principal.
Suporte depois da obra
Acompanhamento pelo aplicativo e atendimento para ajustar as regras ou aumentar a capacidade.
Sede em Taguatinga, Brasília/DF, atendimento em todo o Brasil.
Fale com a equipe para confirmar prazos na sua cidade.
JMS Energia LTDA ME · CNPJ 55.891.209/0001-84

Ficou com alguma dúvida que não está aqui? Fale com a gente, sem compromisso.
Ir para a central de ajudaPrincipais dúvidas
sobre baterias
A bateria funciona sem energia solar?
Funciona. Sem geração própria, o banco é carregado pela rede e serve como backup para as quedas. A combinação com solar é melhor porque a recarga sai da energia que você mesmo gerou, mas não é obrigatória.
Quanto tempo a bateria segura a casa durante uma queda?
Depende da capacidade do banco e de quanto consomem os circuitos que você escolheu proteger. Por isso não trabalhamos com um número de catálogo: a autonomia estimada vai na proposta, calculada a partir da sua lista de cargas essenciais.
A bateria alimenta a casa inteira ou só uma parte?
Normalmente só uma parte, e isso é proposital. Separamos um quadro de circuitos essenciais com o que realmente precisa continuar ligado. Proteger a casa inteira exigiria um banco muito maior, e quase sempre não compensa.
A troca é automática quando falta energia?
É. O inversor híbrido percebe a falta e assume os circuitos essenciais em fração de segundo. Para a maioria dos aparelhos a transição passa despercebida.
Dá para instalar a bateria depois do sistema solar?
Dá, e é comum a bateria entrar numa segunda etapa. O detalhe importante é escolher desde o começo um inversor preparado para receber baterias. Se o seu sistema já existe e o inversor não é híbrido, avaliamos a melhor forma de integrar.
Qual tipo de bateria vocês usam?
Na maior parte dos projetos, lítio LFP, que aceita descarga profunda, dura milhares de ciclos, não pede manutenção e é a química de lítio mais estável em temperatura. Quando o espaço é o fator crítico, a NMC entra na análise.
A bateria substitui o gerador?
Na maioria das casas e comércios, sim, e com vantagens: liga sozinha, não faz barulho, não tem combustível nem partida para dar errado. Para cargas muito altas por muitas horas seguidas o gerador ainda tem lugar, e aí avaliamos os dois.
Precisa de sala especial ou de alguma autorização?
Não precisa de sala especial. O local deve ser ventilado, protegido de sol e chuva e com espaço para manutenção, o que é verificado na visita técnica. Quando o sistema é ligado à rede da concessionária, a documentação da instalação segue o mesmo caminho do sistema solar.
A bateria exige manutenção?
As de lítio praticamente não exigem. O acompanhamento é feito pelo aplicativo, que mostra carga, descarga e estado do banco. As de chumbo-ácido, ao contrário, pedem verificação periódica, e é um dos motivos de terem saído dos projetos novos.
Dá para aumentar a capacidade depois?
Dá, desde que o inversor tenha sido escolhido pensando nisso. O banco é montado em módulos, então é possível começar menor e acrescentar capacidade sem trocar o equipamento principal. Já consideramos essa margem no dimensionamento.
Como funciona o atendimento
- 1
Levantamento de cargas
Listamos o que precisa continuar ligado e por quanto tempo na falta de energia.
- 2
Dimensionamento
Definimos a capacidade do banco e a potência do inversor híbrido a partir dessas cargas.
- 3
Instalação
Montagem do inversor, do banco de baterias e do quadro de circuitos essenciais.
- 4
Configuração
Ajustamos as regras de carga e descarga e mostramos o acompanhamento pelo aplicativo.
Detalhes que importam
Quanto tempo dura
Depende da capacidade contratada e do consumo dos circuitos protegidos. No projeto apresentamos a autonomia estimada para o seu cenário, não um número genérico.
Dá para instalar depois do solar?
Sim. Em muitos casos a bateria entra numa segunda etapa. Se você pretende ter bateria no futuro, vale já escolher um inversor preparado para isso.
Precisa de sala especial?
Não, mas o local deve ser ventilado, protegido de sol e chuva e com acesso para manutenção. Avaliamos isso na visita técnica.


