
Vigilância inteligente na rua, no condomínio e na empresa, num único totem.
Torre de segurança eletrônica com câmeras em todas as direções e análise por inteligência artificial: leitura de placas, reconhecimento facial, cerca virtual e detecção de movimento, objetos e quedas. Chega pronta para instalar.
O que está incluído
Cobertura em 360°
Quatro câmeras no topo da torre cobrem os dois sentidos da via, a calçada e o acesso, a partir de um único ponto de instalação.
Leitura de placas
O sistema identifica a placa dos veículos que passam e registra data, hora e sentido, gerando alerta quando uma placa da sua lista aparece.
Reconhecimento facial
Reconhece rostos previamente cadastrados para liberar acesso ou disparar aviso. O uso depende de política de privacidade definida com o cliente.
Cerca virtual
Você desenha uma linha ou área na imagem e o sistema avisa quando alguém cruza ou entra nela.
Detecção de movimento
A inteligência artificial separa o que importa do que não importa e avisa quando há movimento onde e quando não deveria haver.
Detecção de objetos
Identifica pessoas, veículos e objetos na imagem e avisa quando algo é deixado ou retirado do local.
Detecção de queda
Percebe quando uma pessoa cai e avisa na hora para quem você definir, para o socorro chegar mais rápido.
Acesso pelo celular
Imagens ao vivo, gravações e alertas no aplicativo, com perfis de acesso separados para síndico, portaria e equipe de segurança.
O que a torre reúne em um único ponto
Câmeras, inteligência artificial, controle de acesso e alertas saem do mesmo poste, com uma só entrada de energia e de rede. É isso que muda em relação a equipamentos espalhados.

Câmeras em todas as direções
As câmeras no topo cobrem os dois sentidos da via, a calçada e o acesso a partir de um só ponto. Com leitura de placa e análise de imagem, o sistema avisa em vez de apenas gravar.
Inteligência artificial
Detecção de movimento, de objetos e de quedas, além da cerca virtual. O aviso sai na hora para quem você definir, em vez de aparecer depois na gravação.
Controle de acesso
Cancela, portão e leitora ligados à torre. Quem entra é identificado e registrado no mesmo sistema que guarda as imagens, o que facilita achar um evento depois.
Alertas em tempo real
Regras por área e por horário. A torre avisa o que detecta antes de alguém precisar estar olhando para a tela.
Torre integrada ou câmeras espalhadas?
As duas soluções gravam imagem. A diferença aparece na obra, no cabeamento e no dia em que alguma coisa para de funcionar.
| O que muda | Torre integrada | Câmeras avulsas |
|---|---|---|
| Obra civil | Uma base de concreto por ponto | Fixação, eletroduto e caixa em cada equipamento |
| Cabeamento | Concentrado dentro da própria torre | Passagem de cabo pela via até cada câmera |
| Energia | Um só ponto de energia | Um ponto de energia para cada equipamento |
| Prazo de instalação | Chega pronta e é energizada no local | Depende de obra e de rede em vários pontos |
| Onde algo pode falhar | Poucos pontos, todos no mesmo lugar | Cada trecho de cabo e cada caixa é um risco |
| Mudar de lugar | Dá para realocar a torre | Exige refazer infraestrutura |
A torre não substitui tudo. Em áreas internas e corredores a câmera fixa continua sendo a escolha certa. O que ela resolve é a cobertura de acessos e de via, onde levar cabo e energia é o problema.
Onde a torre faz diferença
O equipamento é o mesmo. O que muda é o que precisa ser coberto, quem opera e quem responde pelas imagens.

Condomínios horizontais e verticais
O uso mais comum. Uma torre na entrada cobre o acesso de veículos, o de pedestres e a via em frente, sem obra espalhada pela área comum.
- Entrada registradaPlaca, data, hora e sentido de cada veículo, com alerta para as placas da sua lista.
- Integração com a portariaCancela, portão e leitora no mesmo sistema que guarda as imagens.
- Acesso por perfilSíndico, portaria e empresa de monitoramento veem apenas o que lhes cabe.
O aviso visível de monitoramento, a finalidade e o prazo de guarda das imagens são definidos junto com o condomínio, como a LGPD exige.

Ruas, bairros e associações de moradores
Onde não existe portaria. A torre é instalada na entrada da via e cobre o acesso a partir de um só ponto.
- Cobertura dos dois sentidosUma torre por acesso resolve entrada e saída, em vez de uma câmera para cada lado.
- Leitura de placas na entradaRegistra os veículos que entram e saem da via e avisa quando aparece uma placa de interesse.
- Conectividade no pontoOnde não há internet, avaliamos link móvel ou enlace via rádio até a portaria.
Em rua e bairro é importante definir antes quem responde pelo sistema e quem pode acessar as imagens. Ajudamos a organizar isso no projeto.

Empresas, escolas e pátios
Perímetro, estacionamento e áreas de carga, onde o problema costuma ser a distância entre o que precisa ser visto e o ponto de rede mais próximo.
- Cerca virtualVocê desenha áreas na imagem e o sistema avisa quando alguém entra ou permanece parado.
- Controle de quem entraCancela e leitora integradas, com registro de visitante, prestador e frota.
- Regras por horárioFora do expediente a torre passa a avisar sobre movimento que durante o dia é normal.
Por que escolher a JMS
Torre de segurança não é câmera em poste. Envolve projeto de cobertura, energia no ponto, conectividade e regras de privacidade. A JMS trata os quatro.

Projeto de cobertura
Quantas torres, onde ficam e o que cada uma precisa enxergar, definido antes de comprar equipamento.
Energia onde não tem rede
Alimentação por módulo solar e bateria nos pontos sem energia disponível, sem obra de rede.
Privacidade tratada no projeto
Aviso de monitoramento, finalidade, prazo de guarda e acesso por perfil, como a LGPD exige.
Suporte depois da obra
Treinamento de quem opera, ajuste das áreas de alerta e atendimento para acrescentar torres.
Sede em Taguatinga, Brasília/DF, atendimento em todo o Brasil.
Fale com a equipe para confirmar prazos na sua cidade.
JMS Energia LTDA ME · CNPJ 55.891.209/0001-84

Ficou com alguma dúvida que não está aqui? Fale com a gente, sem compromisso.
Ir para a central de ajudaPrincipais dúvidas
sobre proteção urbana
Preciso avisar que o local é monitorado?
Precisa. A LGPD exige que a pessoa saiba que está sendo filmada, então a instalação vem com placa de aviso visível nos acessos. Junto com ela é preciso definir a finalidade do monitoramento, por quanto tempo as imagens ficam guardadas e quem tem acesso. Orientamos essas definições no projeto, mas quem responde por elas é o condomínio ou a empresa.
Por quanto tempo as imagens ficam guardadas?
O prazo é uma decisão do responsável pelo sistema, e a lei pede que ele seja o menor possível para a finalidade declarada. Na prática, dimensionamos a gravação para o período que você definir e deixamos isso registrado no projeto, em vez de simplesmente guardar até o disco encher.
Reconhecimento facial pode ser usado?
O recurso existe no equipamento, mas rosto é dado pessoal sensível e o uso exige cuidado maior que o da câmera comum: finalidade clara, base legal adequada e acesso restrito. Em boa parte dos casos a leitura de placa já resolve o que o cliente precisa, com exigência menor. Avaliamos os dois cenários antes de ativar qualquer coisa.
Precisa de internet no local?
Precisa de alguma conectividade para acesso remoto e alertas. Onde não há link disponível, avaliamos internet móvel ou enlace via rádio até a portaria. A gravação em si continua acontecendo no equipamento mesmo se a conexão cair.
A torre continua funcionando na falta de energia?
Depende do projeto. Se o local tem quedas de energia frequentes, avaliamos no estudo do local uma fonte de reserva para manter câmeras e gravação ligadas.
Quem consegue ver as imagens?
Apenas quem você autorizar, e o acesso é separado por perfil. Síndico, portaria e empresa de monitoramento enxergam coisas diferentes. O compartilhamento com órgãos públicos, quando existir, depende de convênio e de autorização expressa do responsável pelo sistema.
Dá para integrar com a empresa de monitoramento que já atende o local?
Dá. As imagens e os alertas podem ser acompanhados pela central que já presta o serviço, sem trocar de fornecedor de vigilância. A torre entra como o ponto de captação e de controle de acesso.
A leitura de placa funciona à noite?
Funciona. As câmeras dedicadas à leitura têm iluminação infravermelha e exposição própria para placa, que é diferente da câmera usada para a cena geral. O posicionamento em relação à via é o que mais influencia o resultado, e isso é definido no estudo do local.
A torre pode ser mudada de lugar depois?
Pode. Como tudo fica concentrado no poste, a realocação envolve a base e a alimentação, não refazer cabeamento pela via. É uma das vantagens sobre câmeras instaladas separadamente, principalmente em obra e em área que ainda está sendo ocupada.
Como funciona o atendimento
- 1
Estudo do local
Definimos quantas torres, onde ficam e o que cada uma precisa cobrir, considerando acessos, iluminação e fluxo de veículos.
- 2
Projeto
Especificamos câmeras, gravação, rede, alimentação e as regras de análise e de alerta.
- 3
Instalação
Base de concreto, fixação da torre, energização, configuração das câmeras e testes de detecção em campo.
- 4
Entrega e treinamento
Treinamos quem vai operar, ajustamos as áreas de alerta e deixamos o acesso às gravações organizado por perfil.
Detalhes que importam
Para quem é
Condomínios horizontais e verticais, associações de moradores, ruas e bairros, escolas, empresas, pátios, estacionamentos, eventos e propriedades rurais.
Por que uma torre e não câmeras avulsas
A torre concentra câmeras, análise de imagem, rede e energia num só ponto. Isso reduz obra civil, cabeamento pela via e o número de lugares onde algo pode falhar. Também é mais rápida de instalar e pode ser realocada.
Integração com monitoramento
As imagens podem ser acompanhadas pela central da sua empresa de segurança ou por quem você autorizar. O compartilhamento com órgãos públicos, quando existir, depende de convênio e de autorização expressa do responsável pelo sistema.
Privacidade e LGPD
Monitoramento de imagem e, principalmente, reconhecimento facial envolvem dados pessoais. A instalação exige aviso visível de monitoramento, finalidade definida, prazo de guarda das imagens e acesso restrito. Orientamos essas definições junto com o projeto.
O que é preciso no local
Um ponto para a base, energia elétrica e conectividade. Quando não há internet disponível, avaliamos link móvel ou enlace via rádio até a portaria.


